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As Metáforas das Tamareiras

POR VANDI DOGADO  Certa vez ouvi de um palestrante a belíssima lenda de origem árabe que diz: “quem planta tamareira não colhe tâmaras”. Um afoito espectador na plateia interrompeu-o, erigindo a mão direita e, sem aguardar o devido consentimento, logo emendou em tom elevado e extenso: Mas, pooorqueeeee, senhor? O palestrante como se já esperasse o questionamento manifestou um incógnito sorriso e elucidou que a tamareira leva aproximadamente 100 anos para produzir frutos, ou seja, se considerarmos que a plantemos aos 20 anos de idade, teríamos de viver 120 anos para colher suas tâmaras. Considerei o provérbio esplêndido, porque dele se podem extrair nobres ensinamentos de linguagem e de sapiência. Primeiramente, se tomarmos a expressão no sentido denotativo, defrontemo-nos com uma típica falácia, pois, ainda que naquela época a expectativa de vida fosse baixa, haveria exceções para qualquer ser humano que plantasse a árvore antes dos vinte anos. Por exemplo, se uma criança de 10 anos

Em Havard foi encontrado um livro com capa de pele humana

POR VANDI DOGADO 
Caro leitor, você pensa que já viu tudo na vida? Que tal um livro encapado com pele humana? Estranho? Bastante! Resta saber de quem era a pele, dizem que foi extraída de um deficiente intelectual, mas essa é uma tarefa difícil de ser comprovada, já que chegaram a deixar dúvidas se a pele é realmente humana. Os pesquisadores de Havard disseram que têm 99% de certeza de que é pele de gente. Como? Pensei que "certeza" fosse 100%! Tudo bem! Até os intelectuais de lá cometem impropriedades lógicas. Leia a matéria logo abaixo: 
A Universidade de Harvard descobriu um livro em sua biblioteca cuja capa é feita com pele humana. A obra "Des destinées de l'ame" ("Os destinos da alma") foi escrita no século 19 pelo francês Arsène Houssaye. 
A descoberta foi anunciada no blog da biblioteca Houghton, de Harvard. Segundo Alan Puglia, da área de conservação de livros raros da universidade, os pesquisadores têm 99% de certeza de que a capa do livro foi feita com pele humana. Para ter certeza, os pesquisadores usaram uma técnica que identifica a presença de proteínas nos materiais. 
O livro chegou a Harvard em 1934. Há na obra um manuscrito que diz que a encadernação foi feita com pele tirada das costas de uma mulher, pois o livro fala sobre a alma humana. Por isso, merecia uma capa feita com a pele de uma pessoa. 
Houssaye deu o livro a um amigo médico, Ludovic Bouland, quando acabou de escrever sua obra. Bouland, então, encadernou o livro com a pele de uma paciente com problemas mentais que havia morrido. 
Atualmente, este é o único livro conhecido da biblioteca feito com pele humana. Mas, na época em que foi feito, não era incomum encontrar obras encadernadas com a pele de seres humanos. 

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